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Palavra do Presidente

Em 1983, quando começamos a ABRIN, não tínhamos a dimensão que a mesma alcançaria nos anos que se seguiriam. Hoje, em 2018, 35 anos depois, nos consolidamos como a 4ª maior feira de brinquedos do mundo, atrás somente de Hong Kong, Nuremberg e Shanghai. Muitas feiras europeias, asiáticas e latinas fecharam ou se focaram em negócios locais..

Com 406 fábricas o Brasil é o último elo produtor de brinquedos em escala industrial, depois dos asiáticos é claro. A indústria se recria e mostra sua força na Feira e não é diferente este ano. Mais de 1.200 brinquedos novos estão sendo exibidos, na busca por encantar as crianças e consolidar a confiança do varejo.

O ano passado foi complexo e difícil, mas nunca nos disseram que seria fácil. Todos se esforçaram, a classe fortaleceu vínculos, a Entidade operou, as pessoas melhoraram as relações e estamos estruturando as bases para um grande salto de crescimento do brinquedo no Brasil, para alcançarmos em 2021 um mercado com 70% dos brinquedos vendidos produzidos localmente e 30% deles provenientes de importação, numa convivência harmônica e respeitosa.

Com os movimentos comerciais mundiais refletindo resultados negativos dos três maiores fabricantes do mundo, a recuperação judicial da maior cadeia de lojas de brinquedos, um recrudescimentos no ambiente de licenças e grandes fabricantes internacionais voltando suas atenções para linhas próprias, o formato do negócio está em transição para um futuro que não sabemos bem como será, os focos são outros e a partir de agora nossas ações estarão voltadas para valorizar o ato de brincar: esta é a senha..

 

Synésio Batista da Costa
Presidente Abrinq